A comunidade quilombola de Barra do Parateca, às margens do Rio São Francisco, vive um cenário de abandono que revolta moradores. Ruas esburacadas, falta de iluminação pública e acúmulo de lixo no cais evidenciam a ausência do poder público.
Segundo relatos, a situação se agravou nos últimos anos, sem ações efetivas da gestão de Francisca Alves de Ribeiro. O descaso atinge até a educação: a principal escola da comunidade, construída pelo Exército, não possui muro frontal nem lateral, expondo alunos a riscos.
Cansados, moradores cobram providências urgentes e respeito. O sentimento é de esquecimento.
Redação:Jaine Andreza