O valor de R$ 1,3 milhão em espécie apreendido durante uma operação da Polícia Federal (PF), ficará retido até que o caso transite em julgado na Justiça.
Segundo a PF, se comprovada a origem ilegal do dinheiro, os valores serão incorporados ao poder público e poderão ser usados em projetos sociais ou, até mesmo, doados.
As notas foram encontradas na quinta-feira (3), em uma ação de combate ao tráfico internacional de drogas para desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico de maconha e cocaína.
Além dos valores, a operação apreendeu também cinco carros e três motos aquáticas, um quadriciclo, celulares e documentos.
Cinco pessoas foram presas. Os nomes delas não foram revelados.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/5/z/aieDB7RiOhpekS7WvdEg/78030abf-6bf1-4a04-b2f2-dad9d86207f7.jpg)
A investigação teve início em outubro de 2024, conforme a PF, após agentes identificarem movimentações suspeitas em um galpão no bairro Parque da Lagoa.
O local, também de acordo com a PF, era utilizado como entreposto para armazenamento e distribuição de drogas que eram transportadas para vários estados da federação.
Para o transporte, a investigação descobriu que a organização criminosa usava caminhões com compartimentos ocultos, como o interior de pneus e fundos falsos. E também que usavam cal hidratado para mascarar o odor das drogas.
Em alguns casos, os criminosos usavam motoristas batedores, que percorriam o trajeto à frente dos veículos que carregavam as drogas, repassando informações em tempo real sobre a presença de barreiras policiais.